Tua morena pele é-me tão quente
E teus rosados lábios, suaves e molhados;
Perco-me em teus doces afagos
E estremeço em teus braços envolventes.
Emana de nosso leito aroma de flores
Onde espantas do meu coração os temores
Fazendo-me esquecer o mundo e seus horrores,
Levando-me a dimensão dos eternos amores!
Meu amor por ti ultrapassa os limites do céu,
E transcende da Morte e da Vida o véu
Este amor, que já não me cabe no peito,
Alumiou minhas trevas por inteiro.
Minha vida encheu-se de brilho com tua chegada
E, contigo, dela descobri a beleza
Pois com teu amor todos os dias é regada.
Fizeste meu coração bater alegre
O que julgava ser uma irrealizável proeza;
Tuas carícias o tornaram puro e leve.
Saiba que sinceramente te amo
E que por ti verterei rios de pranto
Pois teu amor até agora me susteve.
Itamar Felipe
segunda-feira, 27 de agosto de 2012
Impassível à Minh´alma
Hoje me encontro triste
Pois essa paixão em mim persiste;
Queria por um minuto te esquecer
Para finalmente libertar meu pobre ser.
Que és impassível a meus sentimentos
Disso sei desde remotos tempos;
Mas não vês que estou sofrendo
E que sem ti estou morrendo?!
Precisas revelar-me teus encontros
E ditar-me teus inúmeros amantes?!
Deixar em mim esta dor lancinante
E este vazio que preenche meus antros?!
Sonho com nossos corpos entrelaçados
Envoltos, no caminho paradisíaco, em negros laços;
Dói-me imaginar nosso alvo leito
E minha tez apoiada em teu peito.
Nesta madrugada, fria e obscura
Encharcando meu travesseiro de lágrimas
Que em meu triste interior deságua,
Pranteio, clamando por tua ternura.
Itamar Felipe
Pois essa paixão em mim persiste;
Queria por um minuto te esquecer
Para finalmente libertar meu pobre ser.
Que és impassível a meus sentimentos
Disso sei desde remotos tempos;
Mas não vês que estou sofrendo
E que sem ti estou morrendo?!
Precisas revelar-me teus encontros
E ditar-me teus inúmeros amantes?!
Deixar em mim esta dor lancinante
E este vazio que preenche meus antros?!
Sonho com nossos corpos entrelaçados
Envoltos, no caminho paradisíaco, em negros laços;
Dói-me imaginar nosso alvo leito
E minha tez apoiada em teu peito.
Nesta madrugada, fria e obscura
Encharcando meu travesseiro de lágrimas
Que em meu triste interior deságua,
Pranteio, clamando por tua ternura.
Itamar Felipe
Morte de Amor
No poente de Apolo nas montanhas
Meio mundo nas trevas se emaranha;
Vem então o amanhecer,
Que a tudo ilumina, como Divino Ser.
Com o despontar da aurora
Essa dor que mata-me o espírito,
E me corrói qual venenoso espinho,
Deixar-me-á e irá embora?
Em meus sonhos estás presente
Como um anjo que brilha palidamente;
Teu olhar esquadrinha-me o interior
Deixando-me em abobalhado torpor.
Sigo-te em floresta densa
Onde paro perante pântano negro
Que entre nós está, como um penedo
Separando-me de tua mágica presença.
Vendo-a afastar-se pouco a pouco
Perco a razão como um louco
Vou ficando oco por dentro
Ouvindo teu canto de lamento.
Acordo zonzo e enregelado
E com um palpitar acelerado
Cantando essa triste ode
Da dor que em meu peito explode.
Chorando por ti ao alvorecer
Perco a noção de meu existir
Chorando por ti ao alvorecer
Morro de amor qual um mártir.
Itamar Felipe
Meio mundo nas trevas se emaranha;
Vem então o amanhecer,
Que a tudo ilumina, como Divino Ser.
Com o despontar da aurora
Essa dor que mata-me o espírito,
E me corrói qual venenoso espinho,
Deixar-me-á e irá embora?
Em meus sonhos estás presente
Como um anjo que brilha palidamente;
Teu olhar esquadrinha-me o interior
Deixando-me em abobalhado torpor.
Sigo-te em floresta densa
Onde paro perante pântano negro
Que entre nós está, como um penedo
Separando-me de tua mágica presença.
Vendo-a afastar-se pouco a pouco
Perco a razão como um louco
Vou ficando oco por dentro
Ouvindo teu canto de lamento.
Acordo zonzo e enregelado
E com um palpitar acelerado
Cantando essa triste ode
Da dor que em meu peito explode.
Chorando por ti ao alvorecer
Perco a noção de meu existir
Chorando por ti ao alvorecer
Morro de amor qual um mártir.
Itamar Felipe
sábado, 25 de agosto de 2012
Desespero
Hoje queria que me abraçasses
Tantas vezes conosco sonhei
Amando-nos em minha cama
Ouvindo-a dizer como me ama....
Mas como me decepcionei!
Perdido em dor, eu choro
Chamando por teu nome!
O desespero me carcome
Venha me socorrer, eu imploro!
Eu sinto que estou morrendo
E somente teu amor pode me salvar!
Que teus lábios nos meus tocasse
Delirar nos caminhos da paixão
E adentrar as portas de teu coração.
Por quê não aqueces o corpo meu
E não matas essa cruel solidão?
Custa dar ao meu amor atenção
E uma chance de estar ao lado teu?
Tantas vezes conosco sonhei
Amando-nos em minha cama
Ouvindo-a dizer como me ama....
Mas como me decepcionei!
Perdido em dor, eu choro
Chamando por teu nome!
O desespero me carcome
Venha me socorrer, eu imploro!
Eu sinto que estou morrendo
E somente teu amor pode me salvar!
Somente teu beijo pode me libertar!
Qual um ácido me corroendo
Caio no chão desfalecido
Pela tristeza finalmente vencido.
Itamar Felipe
Qual um ácido me corroendo
Caio no chão desfalecido
Pela tristeza finalmente vencido.
Itamar Felipe
Assinar:
Postagens (Atom)
